AQUI,   MEUS   AMIGOS


        

          Aqui coloco uma seleção de fotos dos amigos que tenho. Infelizmente não tenho fotos  de todos eles,  por isso,  a página não retrata com fidelidade a quantidade. Fico devendo os retratos de alguns que estão de fora.

          Estou cobrando deles as fotografias, espero que mas entreguem logo.   Não estão colocados em ordem de importância,  pois tenho igual estima por todos eles. E alguns que deveriam estar aqui, não estão porque não

posso impor suas presenças em minha vida, infelizmente.


          Ei-los:



 

      
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a amizade...

     Este é meu amigo mais recente. Nasceu no ano 2000, é filho do Max, que é filho do Jorginho, que está lá embaixo comigo,  no Campo dos Afonsos, pronto para o salto.

      Se chama Bernardo e está nos braços de seu avô coruja, este por parte de mãe. Claro que o outro avô coruja é o Jorginho.

       Vejam que cara alegre,  a  do  pai  da jovem Valéria


     1963.  Aqui estou eu entre dois amigos, um dos quais, nunca mais vi. À minha direita o Fernando e  à minha esquerda, o Levy. Na época, soldados como eu, da Brigada Paraquedista. A  ausência não diminuiu as lembranças e a saudade que sinto daqueles tempos, duros tempos. Por obra da internet voltei a ter contato com o Levy e nos falamos sempre por email ou pelo Facebook. Enviei a ele esta foto, que ele não tinha. Do Fernando não tivemos mais notícias.

         1963. Lá estou eu com o Jorginho. Jorge Luiz de Oliveira, o "Miúra". Em ambas as fotos estamos no Campo dos Afonsos, em Marechal Hermes, subúrbio do Rio de Janeiro. Na foto  da esquerda estamos prontos para embarcar no avião, já devidamente equipados com nossos paraquedas. Na outra foto, ainda estamos aguardando ordens para equipar. Felizmente desfruto até hoje da amizade do "Miúra" e sempre nos telefonamos. Infelizmente, Jorginho sofreu um infarto que o deixou bem abatido, em 2008.  Nosso último encontro foi em agosto de 2011 em almoço na casa dele, onde estavam também o Salerno e o Sérgio Chaves, amigos da época em que servíamos na Brigada Paraquedista. No final de 2011 Jorginho teve outra recaída e a memória foi afetada. Tem sérias dificuldades de comunicação pois a memória falha.


    Trabalhando: eu, Oziris e Hélio. Saindo do serviço.  Ainda mantenho contato com Oziris que voltou a dar notícias e o Hélio sempre que pode liga pra mim. 

Helio agora envia emails (2015) e no final de 2014 falei com o Oziris por telefone.


Eu com amigos numa churrascaria. Ao meu lado está Reginaldo, fotógrafo e logo depois o Jorge, o George, etc. Em frente a mim está o Ubiracy, o Da Silva, o Coelho, o George, etc.

A foto não está boa, mas é a melhor que tenho no momento. Essa foto tem uns vinte e cinco aninhos (é de 1990).


      Nini (MASTER) , era um ótimo sujeito e um grande amigo. Era um tímido, apesar de tentar chamar a atenção com sua barba  e cabelos enormes. Ultimamente seu aspecto não era mais este da foto. Estava agora sem barba e com o corte de cabelo comum, curto

      Num trágico acidente, Nini teve sua vida mudada para sempre.

      Nini caiu e bateu a cabeça no chão da calçada. Com isso, perdeu os movimentos de quase o corpo todo. Movia apenas a cabeça e o braço direito. Precisou fazer traqueostomia e se alimentava por um tubo no estômago. Seu quadro não era reversível e era difícil para mim ver meu amigo naquele estado, depois de tantas montanhas vencidas por nós. Era doloroso.

       Eu o visitava sempre que podia, estive lá pela última vez em abril de 2017, mas ligava sempre para saber dele, através da esposa, Norma.

        Nini faleceu ontem, 04 de Maio de 2017.  Ele na verdade não morreu, ele descansou do suplício por que passou durante 10 anos. Pra nós ficarão as lembranças das montanhas que subimos, sempre rindo e brincando. Vai deixar entre nós um vazio impossível de preencher.                                     


   Nathanael, amigo de infância. E mais tarde, de escaladass em montanhas íngremes.

    Aposentado, tem um pequeno comércio em casa. Sujeito simples e cordato.

    Só não lhe peçam para usar camisa.

  



   À frente, Nini e ao fundo, Dejamar. Grandes amigos que tive. O Dejamar faleceu em 2007.

   Nini faleceu em 04 Mai 2017, em razão do  acidente relatado acima.

  


 

                            O que falar do meu amigo ZIF? (José Zeferino Silva) Eu o conhecia desde a época do primário e nunca divergimos.

Sempre me deu os melhores conselhos da minha vida e eu, esperto, sempre os seguia. Podíamos caminhar e conversar  horas a fio, sem

ver o tempo passar. Sempre tive seu apoio e sua crítica nos momentos certos. Ligava pra mim sempre, vencendo a preguiça. Tínhamos

contato esporádico pelo telefone. Mas, em  19 de abril de 2015, pela manhã, sua afilhada, Sandra, me ligou com a triste notícia de seu

falecimento. Não é nada fácil nos despedirmos de alguém tão importante na nossa vida. Apenas guardarei na lembrança e no coração os

bons momentos desfrutados juntos. Nossas caminhadas, essas principalmente, ficarão para sempre guardadas comigo como uma aula de

vida, de conhecimento. Fique em paz, meu amigo.

 




                                                                                                                    Poucos? Nem tanto. Melhor ter 9 ou 10 bons amigos, do que ter uma centena de hipócritas rondando você.


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