DE   COMO   VENCI   A   MONTANHA

 




      Existe no município de Maricá uma montanha que, embora não seja muito elevada ou muito
extensa, é o ponto mais elevado daquela região litorânea do Estado do Rio de Janeiro.  Chega-
se ao local saindo da rodovia principal e seguindo alguns quilômetros através de estrada de ter
ra batida e atravessando um arroio sobre o qual não há ponte.  O fundo de cascalho     permite
que se faça a travessia de carro.

      Foi para lá que nos dirigimos em meados de 1997, numa tentativa primeiro fracassada   de
chegar ao ponto mais elevado e depois alcançando finalmente o topo. As fotos aqui mostradas
se referem é claro, à nossa segunda tentativa de escalar a montanha. Em ambas as ocasiões,  a
equipe era formada pelas mesmas pessoas. Além de mim, havia o Fernando, o Nini e o  Deja-
mar.

      Mas o que nos levou a isso? Bem, como dizem, a montanha estava lá ...

      Nossa primeira tentativa foi frustrada por um fato inusitado senão cômico.  Nosso colega,
Nini, sentiu dificuldades para continuar quando começou a rarear a vegetação e ele precisava
para se orientar, de árvores, arbustos. Ao chegarmos numa área descampada, ele começou   a
apresentar tonturas e descontrole muscular. Sentou-se e disse que não poderia continuar.   Fi-
quei com ele deixando que o Fernando e o Dejamar subissem o último terço sozinhos.

      Alguns dias depois, retornamos ao local e resolvemos subir por outro lugar. Nessa segun
da vez, obtivemos sucesso, todos. Não marcamos o tempo de subida,  pois fazíamos    aquilo
por diletantismo. Não usamos usamos roupas ou equipamentos especiais.Levamos pouca coi
sa para comer e água.

       O tempo estava um pouco nublado e pudemos ter uma visão muito estimulante da região
ao nosso redor. Tínhamos pouco sol, pouco calor, uma brisa suave e um clima adequado  ao
esforço despendido.

        Foi uma experiência muito boa que resolvi dividir com todos que visitam minha página.

 




 
 
    Da esquerda para a direita: eu, Fernando e Nini, os três de pé, junto a moradores vizinhos à montanha e onde deixamos o carro. Foi dali que partimos para nossa aventura. Dejamar fotografando.


 
 
     Os quatro audazes tendo a montanha ao fundo. Podemos ver como as nuvens estavam baixas. Dali seguimos para a esquerda da foto de onde empreendemos a subida.


 
 
       A meio caminho. Nini à direita, Fernando no meio e eu à esquerda.


 
     A meio caminho. Da esquerda para a direita: Nini, Dejamar e Fernando.


 
    Pelas imagens do fundo, pode-se ter uma idéia da altura em que estávamos. Pode-se notar a ausência do sol. 


 

 

    Pausa para apreciar a paisagem,belíssima. Nesse ponto, o tempo se apresentava mais claro, o que não ocorreu no restante da subida 


 
  Que maravilha! Aqui sombra, lá uma réstia de sol entre nuvens claras. 


 
   Estamos quase lá. Quase. Mas ainda falta um último arranco. 
 
 
 
 
 

 



 
 
   Ao fundo, um dinossauro. Viram? 


 
    Chegando ao topo. Acima das nuvens. 
 
 
 
 
 
 

 



 
Aqui estamos no topo. Fernando realiza a fotografia. Da esquerda para a direita vemos os heróis da montanha: eu, Nini e Dejamar. A foto, tirada depois de um breve repouso, nos permitiu esse ar tranquilo e descansado. Desse ponto não tínhamos visão da região ao redor, em razão das nuvens. Atrás de nós há um perigoso despenhadeiro, impossível de ser vencido sem equipamento adequado.

            

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