MEUS CONTOS ERÓTICOS

 



                                                                    Aqui, mais alguns contos  de minha autoria.


                                                                   Nesta página vamos nos deliciar com:

                                                                                           GUSTAVO
                                                                                     EU,  NIL  E  POLI
                                                                                              POLI

 


 

GUSTAVO

            Alaíde e o irmão Marcelo eram freqüentadores assíduos dos ensaios da Portela. Foi lá que Gustavo  os viu pela primeira vez. Acabaram ocupando a mesma mesa e nasceu entre  eles uma boa amizade, que  Gustavo cultivava pagando sempre as rodadas. Conversavam e  riam por quase toda noite, até a despedida, até ao próximo ensaio na quadra.

            Gustavo chegava aos trinta e Alaíde, mais  velha que o irmão, tinha 23 anos.   Naquele sábado, ela estava triste, acabrunhada. Gustavo quis saber o que havia. Ela explicou: estavam enrascados. O aluguel vencia pela terceira vez e o que Marcelo tirava nas Lojas Pernambucanas não cobria as despesas. Gustavo olhou as mãos dela.

            - Alaíde, nos conhecemos há dois meses, me considero amigo seu e por isso lhe  pro- ponho: venha  morar no meu apartamento. É pequeno, acanhado, mas é uma raridade por aqui: tem dois quartos. Você pode  ocupar um deles - segurou as mãos dela  - Você não terá   qualquer obrigação comigo e sairá quando quiser.

            - Não posso. E meu irmão? Não vou deixá-lo nessa roubada sozinho. O problema não acaba com minha saída.

            Gustavo pensou um pouco, olhou para ela, e se decidiu:

            - Traga ele também. Meu quarto tem duas cammas  e ele ficará bem. Sem esquecer que tenho  ventiladores de teto nos dois quartos e um de mesa na sala. Que acha?

           A moça não tinha outra saída e em dois dias já estavam instalados no pequeno apartamento de uma rua calma de Madureira.

            E tudo corria bem, até que uma noite, Marcelo apareceu embriagado. Gustavo se assustou com o aspecto do rapaz, com a roupa amassada, rosto vermelho  e cambaleante.

            - Mas o que houve?

            - Guga, desculpe. Perdi o emprego, enchi a cara,   nem tive dinheiro para voltar   de ônibus. As  prestações dessa roupa estão atrasadas e nem posso  ajudar nas compras da  casa. Me desculpe. Amanhã vou sair daqui e dou um jeito em outro lugar.

            Disse isso e entrou no quarto, desabando sobre a cama. Gustavo o seguiu. Sentou-se na beira da cama e falou com o rapaz:

            - Marcelo, não se preocupe em arranjar emprrego.Esqueça as prestações da roupa, eu pago. Não se  preocupe com nada - ajeitou os cabelos do rapaz e continuou:

            - Eu trouxe Alaíde porque sabia que você viiria junto. Eu queria você,  não ela,   entendeu? Você.

            Marcelo até hoje não arranjou outro emprego.

                                                                                                 Vilaça (06/10/98)



 
 

                                                               EU, NIL E POLI  (POLÍ)
 

          Entre eu e Nil ocorreram vários encontros. Ou na casa dela ou na minha, sempre que a oportunidade surgia. Acontece que quando não existe amor, o  interesse diminui com o tempo.O calor não é tão intenso e a rotina chega a incomodar. Eu cheguei a dar desculpas,  quando havia a oportunidade de um encontro entre nós,  por puro enfado. Mas a filha dela, que ainda vai fazer dezessete anos, essa sim, me interessava.

          O frescor dessa idade é inigualável e eu  não podia deixar de olhar e apreciar. Comia com os olhos aquele corpo de mulher, perfeito, mas ainda, acredito, intocado. Cabelos loiros muito finos, caindo sobre os ombros, olhos verdes, pele sedosa, macia, com todos os pelos cor de ouro. Coisa bonita de se olhar.

          O bom de tudo isso foi uma descoberta que fiz sobre o marido de Nil.  Com as  mais diversas  desculpas, ele se ausentava por dias, até em fins de semana. Tinha uma amante, eu soube. Em outras palavras, deixou Nil de lado e isso a tornou carente de sexo. Imaginei o que poderia obter dela, apenas oferecendo sexo.  Depois da instalação do computador na casa dela, tive desculpas para estar sempre lá, instalando programas, ou corrigindo os  probleminhas que ela inventava.  Procurava ir sempre que o marido não estava,  sempre à noite e preferia que  sua filha, que chamarei de Poli (pronuncie-se polí - Ana Paula carinhosamente abreviado - pronto,  falei), estivesse. Sempre de camisola fina, eu me excitava antes de dar boa noite, ao entrar, vendo-a sentada na poltrona, bem à vontade, pois já se acostumara comigo.

         Nil não é tola. Reparou duas coisas: primeiro,  minha excitação,  pois vivia me comendo com os olhos  e segundo, para onde eu estivera olhando.  Nil não é tola,   mas é  devassa. Sentados na poltrona, olhando uns disquetes e uns CDs, conversávamos enquanto Poli  via  televisão. Falando baixo, Nil comentou comigo:

         - Gosta do que está vendo?

         Claro, me fiz de desentendido:

         - Sim, você está linda hoje.

         - Não falei de mim. Falei daquela coisa gosstosa que está bem ali.

         Pressenti o pior e desconversei:

         - Não sei do que você está falando. O que vvocê está querendo dizer?

         - Que você está olhando pra Poli como se quuisesse comê-la e está excitado por  isso.Que você está pensando que me incomodo e precisa disfarçar.  Quer saber?  Eu  não ligo. Excite-se olhando pra ela e depois vem comigo. Vai ser bom.

         - Você não se importa que eu olhe para sua&  filha e fique excitado?  Veja bem,  não estou dizendo que faço isso, estou só perguntando.

         - Me excita que você se excite. Além disso você não é o primeiro a se excitar com ela. Ela é linda e muito sexy, eu acho. Você é capaz de negar que está excitado? É capaz de negar que é porque ela está com uma camisola fina, com as pernas bem iluminadas pela luz da  TV e está fresca e perfumada pois acabou de sair  do banho?

         Falou tudo isso com naturalidade,  de costas para onde estava a filha e olhando  nos meus olhos. Sorria.

         Dane-se! - pensei.

         - É tudo verdade. Estou excitado, muito exccitado com sua filha.

         - Ela quer aprender alguma coisa de computaador,  mas tem vergonha de lhe pedir. Não seria uma boa oportunidade para tocá-la, acariciá-la e quem sabe roubar um beijo dela? Ela gosta de você e o acha "um gato". Eu  juro.

         Fiquei muito,  muito,  excitado.  A disposição  da casa de Nil permite que    possamos transar, em segurança, se os filhos dela estiverem dormindo em seus quartos. Existem aposentos que ficam fora do caminho de todos. E  com saída lateral, coberta da vista.  Logo  que Poli se recolheu,  fomos para o nosso ninho e sempre pensando em Poli,  transei com uma inusitada disposição. Nil não é tola. Usou a filha para obter o que queria de mim. E eu  correspondi. "Agora quero a filha dela", pensei.

                                                                                                 {Vilaça}   Out 98
 

 



 
 

                                                                POLI
 

          Depois de uma transa fenomenal com  Nil, totalmente inspirada na imagem da filha dela, resolvi conversar sobre o assunto. Disse o quanto  tinha sido maravilhosa nossa transa e  como foi bom  saber que ela não se importava com o fato "de eu  desejar sua filha".  Usei  propositadamente esses termos pois queria sondar até que ponto podia contar com  Nil para  satisfazer meu desejo de ter Poli. Ela começou a me acariciar o corpo nu enquanto falava:

          -  Tá pensando nela?  - &nbssp; e passava a mão gostosamente em torno do meu pênis.  -   então pense. Pense que ela está dando pra você...

          Fiquei imediatamente excitado, me pus sobre ela e a penetrei, novamente.  Ela gemia e repetia, para me excitar mais: "pense nela, pense..."

          Deixei que se passassem alguns dias,  mas voltei logo que pude ao assunto.  E  Nil me disse que estava preparando Poli para mim.  Podem imaginar o que isso me causou?  Ela  riu e me apalpou entre  as pernas.  E estávamos no portão de sua casa.  Não  se surpreendeu  ao constatar que eu me excitara.   Então falou o que eu queria ouvir:

          - Meu marido pouco aparece aqui. Venha p; à noite, mas não cedo.Vamos esperar que ela tome banho e fique de camisola. Se você chegar cedo para as "aulas" de computador, ela vestirá outra roupa e você, eu sei, prefere a camisola - riu. Deixo vocês sozinhos na sala.  Não tem mais ninguém em casa. Os pimpolhos estão na casa da avó, para poderem acordar mais  tarde pro colégio. Só ela fica comigo. Será que é para se mostrar pra você? Será que ela tem  uma queda  por homens mais velhos? - riu de novo.

           Eu estava exultante.Cheguei pouco depois das nove. Vim sem camisa, o que não é meu costume e com uma bermuda de tecido fino, sem nada por baixo.

          Eu estava por conta do diabo. Poli estava de camisola e sua mãe só então lhe disse que eu viera para a aula de computador. Ela ruborizou, mas a mãe a impediu de ir se vestir: "bobagem menina, ele é de casa" e ligou o micro.

           Sorrateiramente saiu da sala nos deixando sós.  A sala ficou iluminada apenas pela  tela  do micro. Poli estava mais linda do que nunca. Irresistível. Me aproximei e coloquei suavemente minha mão sobre seu ombro. Enquanto dizia algumas bobagens sobre a máquina,  comecei a acariciá-la, sem que  ela desse mostras de não gostar.  Num dado momento,  achei que ela estava com o rosto mais vermelho que o normal. Teria se excitado, tanto quanto eu já estava?

           Me postei atrás dela e coloquei as  minhas mãos sobre seus ombros,  enquanto com   o polegar acariciava sua nuca. Era difícil falar pois eu estava rouco, mas eu dizia qualquer  besteira e ela  ia, trêmula, digitando. Regulei a luminosidade da  tela para o mínimo e na  penumbra eu disse que ela estava linda sob a luz da tela.  Ela apenas murmurou um  "obrigada"  inaudível. Minha mão direita desceu lentamente até próximo ao decote da camisola e  suavemente (eu não queria assustá-la), deixei a mão escorregar para dentro da camisola.

         Com minha mão direita,  apalpei com carinho seu seio esquerdo,  em torno dele, polegar e  indicador burilando suavemente o bico. Nada poderia  ser mais excitante do que o silêncio cúmplice dela. Mas ouvimos um barulho e era a mãe dela.  Retirei a mão,  me afastando um pouco. Nil viera dizer que estava morta de sono e que tomara um sonífero. Se desculpou e foi dormir. Recomecei de onde parara.

         Voltei a me postar às costas dela,  de pé e deixei que meu membro ereto  roçasse   suas costas. Enfiei novamente a mão sob o decote e voltei a  burilar seu seio esquerdo.  Certa   de que sua mãe não nos interromperia mais, ela respirava fundo, suspirava a cada movimento de minha mão. Abri com a outra mão o zíper da bermuda e deixei que o pênis  acariciasse suas costas. Ela mantinha as mãos sobre o  teclado, entretanto, não se preocupava mais em  fingir que escrevia ali. Fiz que a alça da camisola escorregasse até que o seio que eu burilava   aparecesse. Então me debrucei e coloquei minha boca sobre ele,  chupando com carinho   aquela pérola. Minhas mãos agora passeavam por todo seu corpo, sem que ela reclamasse.   Apenas gemia com o movimento de uma língua quente  em torno do bico do seu seio. Coloquei a mão em seu joelho e fui subindo, lentamente. Ela fechou com força as pernas, mas prendeu  minha mão. Continuei acariciando suas coxas e ela foi abrindo lentamente as pernas, até que  minha mão tocou seu pelos, sentidos sob a calcinha. Minha mão subiu até o elástico da  calcinha e num movimento rápido, desci com os dedos em riste, buscando seu clitóris. Ela jogava a cabeça para trás, olhando para o teto e parecia  estar completamente tonta. Não conseguia mais reagir,  tal era sua excitação. Retirei a mão, desencostei o pênis de seu braço, onde ele  estivera roçando,  parei de sugar seu seio e disse em seu ouvido:

        - Me mostre seu quarto...

        Segurei seu braço pois ela parecia meio desnorteada. Ela se levantou com  dificuldade, tentando se lembrar onde desligar o micro. Eu a fui puxando, até que ela passou à minha  frente e entrou no quarto. Antes que ela se virasse,  coloquei as mãos  nas suas coxas grossas  e fui subindo com elas, levantando a camisola.  Retirei a camisola e a deixei de calcinhas. Virei-a para mim e fiquei sem saber se apenas olhava extasiado, ou se a conduzia para a cama, tão linda era a visão daquele corpo, que logo seria meu.

         Ela se deitou e me disse, com os olhos  molhados:

        - Você... não vai me machucar, vai? É a priimeira vez...

        Dei-lhe um beijo carinhoso. Passei a  língua dezenas de vezes sobre e dentro do   local onde a penetraria e enfiei meu membro rígido,  qual pedra, com suavidade, vigiando se a feria. Ela chorava  e eu não sabia porque. Era prazer? Com cuidado,  iniciei o movimento de entrar e sair em seu corpo e acho que não a feri, apenas deflorei. Não a choquei,  nem humilhei. Fiz tudo para que ela se sentisse  a melhor mulher do mundo. A mais linda e a mais desejável.

         Não é isso que quer toda mulher?

                                                                                          (Vilaça) out 98.



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